Recordo-te. Recordo as palavras que julgara vãs que me dizias e que só agora percebo. Porque dizer que os teus olhos me dominam, que o teu corpo me controla, que sonho com o teu cheiro, anseio pelo teu sorriso, que necessito dos teus beijos são meros lugares-comuns mas o que fazer se é isso que sinto?
E só agora percebo as tuas palavras outrora vãs, só agora percebo o meu egoísmo infantil. E esta culpa mata-me porque te matei, e choro tanto por dentro e tão pouco por fora…
Il Fenomeno

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