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quarta-feira, fevereiro 22, 2006

O que nos falta para sermos ricos

Desfrutava de um belo banho quente, que tem estado o seu frescote, e água começa a arrefecer e ficar sem pressão. Primeira coisa que me veio à brilhante cabeça é que o vizinho ao fazer um buraco no quintal para esconder a droga, talvez por ter visto uns gajos a passar droga à frente de minha casa, tinha rebentado um cano da água.

Saio do banho fodido da vida e a minha room mate pergunta com o ar mais inocente do mundo “espero que ter ligado a máquina de lavar roupa não tenha perturbado o teu banho, pensei que já tinhas terminado”. Puta! Eu nunca desliguei a torneira! Claro que na sua concepção de banho ariano, mais de dois minutos e meio debaixo de água já não é banho! É por essas e por outras que os tipos são ricos, não perdem tempo com essas coisas subdesenvolvidas como banhos ou cozinhar.

Cerebral

Cartão de crédito

Tendo um cartão de débito altamente cromo, que me permite fazer compras como um cartão de crédito, para que um verdadeiro cartão de crédito? Depois de uns minutos com o israelita aos gritos a chamar-me selvagem por não ter telemóvel, lá consegui perceber. Só com um cartão de crédito é possivel contruir um historial de crédito. E perguntam os entusiasmados leitores “mas para que serve um historial de crédito?”.

Aqui os mercados funcionam bastante bem, portanto em qualquer transacção em que o pagamento não é feito a pronto a de uma só vez (por exemplo, telemóveis com assinatura mensal, aluguer de um carro ou arrendamento de um apartamento), pedem-nos o historial de crédito para verificar se somos uns consumidores de confiança. Estou-me a cagar para o telemóvel e o carro, mas quando percebi que podia ficar impossibilitado de sair do gueto por não ter historial, entrei em panico.

Para evitar ter que dizer ao meu futuro senhorio “vá lá, confie em mim, sou um tipo à maneira”, decidi-me, pronto vou ter um cartão! Mas isto não fica por aqui, para se ter o tal historial não basta possuir um cartão de crédito, é necessário utilizá-lo mensalmente e pagar a conta a tempo.

Lá me dirigi ao banco, onde fui atendido por um homem de meia-idade. Explicou uma série de vantagens do tal cartão, mas eu só quis saber se daqui a seis meses se me pedissem o historial tinha algo para mostrar. Também fiz várias perguntas sobre as taxas que teria que pagar, apercebendo-se do meu conhecimento sobre a matéria pergunta se já tinha tido algum cartão de crédito, achei melhor não mentir. “Deixe-me então por isto em termos simples, tem um copo cheio de água, se beber metade fica com meio copo de água” brilhante! “tem que voltar a encher o copo, pode enche-lo de uma só vez ou demorar algum tempo a enche-lo” que poeta!!

Dentro de alguns dias saberei se o banco me considerou um tipo capaz de encher o copo…

Cerebral

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

A continuação

No dia seguinte houve festa conjunta de 4 portugueses que fizeram anos este fim-de-semana. A festa foi na casa de um deles em Hollywood, deixem-me que vos diga que era espectacular, uma sala enorme e um quintal não menor, tudo isto por 500 dólares por mes. Cada vez me sinto pior.

A festa foi bastante engraçada, o meu amigo israelita ficou maluco com a sagria que o espanhol trouxe, a mulher lá o teve que acalmar (senão não havia after hours em casa). Depois conheci um brasileiro que disse “há 3 coisas em que os brasileiros são os melhores do mundo, futebol, música e mulheres e eu só gosto de uma delas” o grego rapidamente disse música. Ele jurou que não que era as mulheres, para mim tanto me fazia, um brasileiro que não gosta de bola é bicha de certeza.

Quando estava a falar com outro brasileiro, um gajo normal, aparece um americano que começa a contar a história da vida dele, que os pais eram muito ricos, que tinha sido um menino mimado mas agora estava a viver à sua custa. Uau que impressionante! Mas não contente com isto começa a dizer que tinha um irmão craque da bola que até tinha jogado na selecção brasileira. Eu aí não me contive “como é possivel um americano jogar na selecção brasileira?!?!” o brasileiro nem abria a boca, mas o nosso amigo mimado responde com ar profundo “ele era tão bom que ganhou a admiração do povo!”.

A festa acabou numa discoteca em Hollywood. Som muito porreiro, funky e break-beat e até teve um rapper a cantar ao vivo. Gostei bastante. Quanto a gajas, não é o deboche de Vegas, mas reparei que os americanos oferecem bebidas, metem conversa e elas até dão bola. Portanto BB se estiveres disposto a gastar uns trocos, pode ser que…

Cerebral

A festa do Midas

Como é do vosso conhecimento o ilustre Midas celebrou 25 anos este fim-de-semana e para comemorar tão importante data ofereceu um jantar em Westwood. Como já vem sendo hábito estava tudo magnífico, uma lasanha com fiambre e uma salada temperada pelo próprio, acompanhado por super-bock!!

Foi uma festa bastante sul-americana, o contingente mexicano e colombiano não deixou a música em mãos alheias. Para meu grande espanto o nosso midas além de já saber as letras de cor bailava que nem vos digo!! Há quem diga que o rapaz já está mexicano!!

Quanto ao que vos escreve, só digo que fiz sucesso junto de uma americana de origem chinesa. Calma. Eu nem falei com ela, mas a mexicana contou-me que numa conversa entre elas a americana/chinesa confessou-lhe como me achava giro e até perguntou se tinha namorada. Já sei que voces vão dizer “e então?? E o resto??”. Só tenho uma coisa a dizer-vos “Sex is one of the most wholesome, beautiful and natural experiences
money can buy." (Steve Martin), mas deixar uma americana/chinesa louca só está ao alcance dos predestinados.

Cerebral

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Odeio o Verão!!

Fica um calor insuportável mas a água não aquece na mesma proporção o que obriga a usar wetsuit o que é um inferno até chegar ao mar, as praias enchem-se de gente o que torna impossivel arranjar lugar para o carro, enfim só aborrecimentos. No Inverno, sim!! Uma manhã de neblina ou um fim de tarde soalheiro a ver o por do sol no outside, não tem preço!! A praia só para quem realmente a aprecia.

Isto tudo porque o fim-de-semana passado foi um autentico Verão, quase 30 graus!! O que fez com que Santa Monica ficasse a abarrotar, uma autentica Costa da Caparica!! Não sei se já vos tinha contado, mas antes a mais que a menos. Santa Monica tem um passeio onde se ve tudo, malta a andar de bicicleta, patins, skate, carrinhos de bébé, tudo o que imaginarem, está lá.

O vosso amigo, já equipado com prancha debaixo do braço, espera uma aberta para atravessar o tal passeio, nisto vem lá um gajo numa bicicleta que ao longe se percebia que era paneleiro, o ar “solto” com que pedalava dizia tudo. Passa por mim e grita “hi, sweetie!! Sunshiny day!!”.

Adiante, de volta ao carro depois de uma bela surfada uma rapariga vem ter comigo a perguntar-me se sabia de locais de aulas de surf para o seu namorado que a vinha visitar. Atenciosamente, digo que escolas de surf não conheço, apenas lhe indiquei lojas onde poderia alugar material e talvez lhe podessem dar mais informações. Lá me confessa “ele até faz mais ou menos, eu é que não o quero sozinho no mar.”, só pensei o quão envergonhado ele estaria se soubesse, lá está “there is no free lunch”.

Quando estou novamente à espera para atravessar o passeio, vem de lá outro paneleiro, mas desta em patins, naqueles segundos entre te-lo avistado e chegar efectivamente perto de mim só pensava “outra vez não”. Pois não é que “Hi sweetie!! Had fun?”. Ainda bem que voltou o mau (padrão LA) tempo.
Cerebral

Se ainda fossem necessárias provas da sua genialidade

"Having sex is like playing bridge. If you don't have a good partner,
you'd better have a good hand."

Woody Allen

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Os meus almoços

Tenho almoçado com o pessoal da business school, com dois personagens fabulosos, um coreano com o qual fui a Vegas e um israelita. Os dois falam aos berros, o israelita é completamente pitosga e põe um grande entusiasmo em tudo o que diz. O coreano, não constroi frases normais, delapida tudo o que considera acessório e diz só as palavras essenciais.

Agora imaginem-nos a falar de sexo no refeitório cheio de gente, convém referir que nunca ouvi americanos a ter estas conversas em locais públicos. O coreano gosta de dar a sua palmadinha, o israelita ficou entusiasmadíssimo, não fazia ideia de tal prática “you slap?!?! Tonight I am going to try with my wife!!”.

Em seguida o coreano fala-nos das putas em Korea town, por 200 dólares serviço completo, devido ao seu ingles a malta pensou que o tipo ia às putas sem preservativo. Aí, eu e o indiano tentamos explicar que isso é uma estupidez, o gajo só grita “no, no, no, with condom no sensation” eu de cabeça perdida “but you will die!!”. Lá nos conseguiu esclarecer que esta a referir às prática com a namorada, que nunca tinha ido às putas. Fiquei mais sossegado, mas também curioso em saber se as coreanos tomavam a pílula, foi o descalabro!! O coreano começa aos gritos em pleno refeitório “no!! I can shoot whenever I want!! 5 minutes, 5 minutes, 30 minutes, 30 minutes, whenever I want!!”. Por estas e por outras o americano deixou de almoçar connosco.
Cerebral

Aula de micro

Tenho um professor de micro fabuloso!! Um ingles com o sentido de humor típico e uma inteligencia fora do normal. As suas aulas são duas horas que passam a correr, onde falamos de hiper-planos, gradientes, tudo com uma clareza impressionante, só para dar um exemplo (a malta não académica pode saltar o parágrafo). Explicou-nos as condicões de optimização com restrições, como uma série de forças que no óptimo se anulam; os multiplicadores vezes os gradientes das restrições geram o gradiente da função objectivo, logo duas forças iguais em sentidos opostos anulam-se. Não é brilhante?!!

Voltando à terra, o aluno portugues da business school partiu as trombas a fazer snow board, para o pessoal mais rigoroso, partiu o maxilar. Para resolver tal problema, os brilhantes médicos da usc prenderam-lhe os dentes com um arame (isto tudo por dentro), logo o nosso amigo não consegue falar e só pode “comer” líquidos.

O ingles altamente entusiasmado a falar de campos vectoriais, decide tomar o pulso da audiencia. E quem escolhe como amostra aleatória? O tuga!! O tipo com os dentes presos só conseguiu fazer uma careta acompanhada de um grunhido. O ingles, coitado, não sabendo do problema (a malta preferiu gozar não desvendar e continuar a gozar), pensou que o tipo não tinha percebido nada e estava com vergonha de confessar claramente. Toca a explicar tudo outra vez.

Acho que no final o tuga lá esclareceu a situação, por email.

Cerebral

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

A civilização em que vivemos tem como base e sustento as uniões entre duas pessoas de sexo oposto. Se querem "destruir" esse pilar da nossa sociedade com a união entre pessoas do mesmo sexo, e não querendo opinar sobre casamento entre homossexuais (Cerebral, andam aqui neste rectângulo a equacionar novamente essa possibilidade! Mas não precisas apanhar já o próximo avião!), porque não se autoriza também a poligamia?
Big Boss
Parece que se acabaram as férias na Costa Vicentina...

"A carta de Desporto de Natureza do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), elaborada pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN), encontra-se numa fase muito avançada. O documento, que deverá ser aprovado em breve pelos responsáveis governamentais nas áreas do desporto e do ambiente, contém regras e orientações relativas a cada modalidade - desde locais a alturas do ano em que as mesmas podem ser praticadas - e impõe limites rígidos em relação ao número de praticantes."

Só para vos dar um exemplo, não podem estar mais que 5 pessoas numa caminhada pela Costa Vicentina... Outro exemplo, vai haver limites para o número de surfistas no mar! Ora, parece-me bem, é que muitas pranchas no mar fazem muita poluição e estragam a natureza!
É bonito! Que tal colocarem uma vedação? Talvez seja mais fácil!

Já agora, quem são estes tipos do ICN? Alguns ressabiados que não têm amigos e que não passam férias?

Big Boss

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

A odisseia começou

Está aberta a época para pagamento de impostos. Este conceito para mim restringia-se a entregar uma série de papéis à minha mãe e assinar outros tantos.

Recebi na minha caixa de correio uma declaração de usc do pouco, mas de boa vontade que me tinham pago. Sei também que não pago impostos estes ano, portanto os meus objectivos ao longo desde processo são: não pagar o que tenho direito, não acabar com uma multa, nem ser deportado.

Decido a não procastrinar levei a carta à secretaria do departamento, uma vietnamita que já vive cá há algum tempo. Apenas me disse, “sortudo que não pagas impostos”, “ok, isso já percebi mas o que devo fazer”, “ah, não faço ideia, sempre paguei impostos, fala com os alunos mais velhos”. Fui falar com a italiana pensando que era o mais parecido com o caso portugues. Totalmente enganado, fui enviado para o coreano e aqui começam os problemas de comunicação, entre sorrisos de simpatia só percebia uns “don’t worry, don’t pay, put zeros everywhere!” eu pacientemente tentei perguntar-lhe onde punha esses zeros, qual era o impresso que tinha que preencher e onde podia ir buscá-lo, recebi um “don’t worry, just zero, zero, zero!”. Desisti!

Fui falar com o americano, mas os problemas continuaram, entre humsss e ahhhhs fiquei a saber que há uns formulários na net. Não contente fui ao gabinete de apoio aos estudantes internacionais. Fui chutado para canto, “aqui não fazemos aconselhamento fiscal, telefona para este número”. Um número era de um contabilista ao qual tenho que pagar se quiser que ele me trate da situação.

Não há mães à borla…

Cerebral

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Surpresa

A romena convidou a turma para um “get together” em sua casa. Pelas horas, 3 da tarde, a malta estava um bocado desconfiada, é muito cedo para jantar e é tarde para almoço. Mas por uma questão de educação, lá fomos.

Primeira nota, a vantagem de ser um casal. Passo a explicar, ela vive, com o seu namorado americano, num condominio fechado com jardins, riachos, piscinas (sim no plural), uma coisa bem tropical, numa zona óptima da cidade. Tudo isto pelo preço que eu pago pelo meu quarto em South Central. Mas um gajo, excepto se for indiano, não pode compartilhar com outro um apartamento com um só quarto!

Como estava enganado relativamente à comida!! Minha nossa!! Foi um monumental banquete!! Saladas, carnes, bbq, tudo em grande abundancia!! Cerveja e vinho, americano e romeno!! Terminámos com bolos, cerca de 5 bolos diferentes, um deles era uma espécie de cheese-cake, delicioso!! Que festim!! No final a romena confessou-nos que tinha estado a cozinhar desde quinta à noite, isto foi num sábado à tarde.

Isto tudo com o propósito, se é que era preciso algum, de juntar a malta de usc com ucirvine. A romena tinha feito o primeiro ano lá. Com tanta comida não tenho grandes comentários sobre o pessoal de irvine, havia um americano chato dos que não se cala, uma americana típica com os “likes” todos, um japones divertido e um espanhol porreiro com o qual falei de bola (diz que o real quer o mourinho).

O mais divertido era a relação da romena com o namorado americano, ela está sempre a mandar no gajo, “john, vai buscar os talheres”,”john, vem-me buscar que estou perdida no complexo”, “john, vai levar o não sei quantos a casa”, “john, amanhã não ves o super bowl”. No caminho para casa comentei com o indiano. Como era possivel ele aturá-la? Ele calmamente explicou-me “ao principio pensei o mesmo, mas depois compreendi que ele não vive nada mal, tem sexo com fartura e come estas iguarias todos os dias, era capaz de fazer o mesmo sacrificio”.

Cerebral

Lição de surf…

O meu colega indiano pediu-me para iniciá-lo nas artes do surf, pedido ao qual orgulhosamente acedi. Lá fomos os dois a caminho de Santa Monica comigo a explicar o básico: como se posicionar na prancha, como remar, como apanhar a onda, como fazer o take-off. E ele entusiasmado absorvia estes brilhantes ensinamentos.

Primeira paragem, loja de surf e barbearia para alugar a prancha. O dono era um americano muito castiço!! Cabelinho à alemão anos 80, meio careca, óculos e camisa aberta havaiana. Começa a mandar piadas ao indiano e depois pergunta-me de onde sou, respondo orgulhasamente “de Portugal!” ao que ele replica “oh Portuguese!!” acompanhado de um gesto de simulação de masturbação. Fiquei intrigado “o BB ainda não aterrou em LA e os portugueses já tem essa fama?!”. Continua perguntando-me se falo espanhol, digo que não; fica preplexo “como é possivel, eles são vossos vizinhos?!?”. “Está bem percebo mas não falo”, não o consegui convencer continua a insistir “os tipos rodeam-vos por todo o lado, são maiores, não entendo!?!”, eu explicava-lhe que somos um país diferente, “eh different” com nova punheta. Às tantas disse, “pronto! É uma questão de orgulho nacional!!” aí grito de alegria “yeah man!! National pride!!” juntamente estende-me a mão para aquele murro americano. “I knew there was something! That’s the way!! National pride!!”. Ganhei-lhe o respeito!

Chegados à praia, as ondas estavam pequenas mas bem ordenadas. E aqui tive a noção que ganhei os mesmos tiques, que destestava, do homem que me iniciou nestas lides do mar. À beira de água digo rapidamente, “isso é só remar em frente, não te preocupes” e faço-me ao mar sem olhar para trás. Resultado o indiano não conseguiu passar a rebentação, acho que o principal problema foi ele ter-me visto fazer bico de pato e tentar fazer o mesmo com uma long board.

Devo dizer-vos que no entanto eu apanhei muito boas ondas!! Fiz uma direita!! Apanhei a onda lá bem a trás, subi e desci-la várias vezes e o mais fixe é ver o pessoal tentar apanhar a onda, mas ao verem-me lançado afastam-se. Senti-me um rei!! Ao voltar à areia, ouvi das boas, “meu cabrão!! Ensinas-me a apanhar ondas, por em pé!! Mas como chegar lá nada!! Não me ensinaste a sobreviver dentro de água!!” Pedi-lhe desculpa, achava que o mar estava pequeno, passar a rebentação não seria um problema.

Cerebral

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

O meu serão

Temos que estabelecer uma linha entre a civilização e a barbárie e o futebol põe-nos à prova constantemente.

António Pedro Vasconcelos in Trio d’ataque