"Mette mais, mette mais... Ah Dom Fulano!
Se o tivesses assim, de graça o tinhas!
Não vivêras em um perpetuo engano,
Pois vir-me-hia tambem quando te vinhas:
Mette mais, meu negrinho, anda, magano;
Chupa-me a lingua, meche nas mamminhas...
Morro de amor, desfaço-me em lagonha...
Anda, não tenhas susto, nem vergonha..."

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