Estava eu distraidamente a coçar uma parte mais intima da minha anatomia, próprio de quem está descontraido e de bem com a vida quando a minha mãe entra no meu quarto.
Em vez das habituais repreensões sem sentido: "Vê lá se tens maneiras", "Ao menos lava as mãos a seguir" etc; saiu-se com mais uma pérola da cultura popular com a qual foi criada:
"O regalo do homem pobre,
é coçar onde lhe morde."
Mai nada....
Il Fenomeno

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