Alguma polémica tem levantado a análise feita em relação às mulheres portuguesas.Consideraram-na ofensiva para a beleza lusitana.Um desaforo para quem genéticamente deriva de povos tão belos como os visigodos, os suevos, os romanos ou os mouros.
Mas a beleza como aliás se virmos tudo na vida é relativo: a China é muito grande, não se compararmos ao tamanho do Universo.O Belmiro é muito rico, não se compararmos ao Bill Gates, o Einstein é muito inteligente, não se compararmos ao Luís Viveiros.A relatividade é assim mãe de todas as análises, a comparação fonte de toda a adjectivação.Desta forma em relação à beleza da mulher portuguesa ela continua a estar muito bem posicionada.Superioriza-se, sem sombra de dúvida, às japonesas, às bolivianas, às timorenses...Este interrail teve a particularidade de nos fazer viajar pelos melhores sitios do Mundo neste aspecto específico, qual crianças numa loja de doces.Voltando à parábola anterior, foi como se a velhota que até tinha uma boa igreja, tenha saido do seu quintal para visitar a Basilica de São Pedro, a Catedral de Sevilha e o Duomo de Milão.Injusta comparação, por isso, para a sua igreja.
Contudo, e continuando a parabolizar feito um qualquer escritor biblico, posso afirmar que esta velhota embora tenha gostado muito de visitar estas catedrais e não se importa-se de visitar mais algumas vezes a Basilica de São Pedro ou a Catedral de Sevilha, fazendo mesmo algumas visitas guiadas ao interior das mesmas, ela sabe, no fundo do seu coração, no mais profundo âmago da sua alma, que é na sua igreja, modesta em comparação com estas mas suficientemente grandiosa comparada com a maioria, que ela gosta de rezar...
Il Fenomeno

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